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Xenofobia

Xenofobia, que é a aversão, o preconceito ou a intolerância para com grupos estrangeiros, é o racismo de uma nação contra outros povos, aumenta a cada dia. Essas práticas são combatidas por leis e ações públicas.
A xenofobia pode se caracterizar como uma forma de preconceito ou como uma doença, um transtorno psiquiátrico. As pessoas com essa patologia sofrem de angústia e extrema ansiedade, se distanciam do convívio social, evitam o contato com estranhos e, em alguns casos, podem ter crises de pânico. O sujeito deve aprender determinadas técnicas para lidar com a ansiedade ou angústia que sente em relação ao encontro com pessoas desconhecidas.
Em muitos casos são atitudes associadas a conflitos ideológicos, choque de culturas ou mesmo motivações políticas.
A xenofobia está direcionada para alguém que vem de outro país (mesmo que seja da mesma raça).
A população europeia também se considera ameaçada pelos estrangeiros, com o receio de que eles diminuam a oferta de emprego e atrapalhem os rumos da economia, enviando dinheiro ao exterior (geralmente, seus lugares de origem) e diminuindo a circulação econômica interna.
Países como os Países Baixos, França, Alemanha e Reino Unido já estão criando leis para dificultarem a entrada de imigrantes que não provenham de países da União Europeia.
É pensado justamente ao contrário do que deveria ser, pois para parte dos europeus não são eles próprios que precisam de cursos de capacitação e sim, os outros que podem ser melhores e são muitas vezes impedidos de ajudar a crescer os ramos de trabalho.
Por outro lado, países como Alemanha, Países Baixos, Reino Unido e França entre outros, começam a vislumbrar problemas futuros relacionados à falta de trabalhadores, principalmente imigrantes, visto que o custo e estilo de vida de alguns países dificulta a criação de filhos, elevando à extremos os custos de manter uma família. O problema futuro fica na questão da aposentadoria e da falta de futuros trabalhadores que contribuam com os encargos tributários.
Há necessidade de imigrantes por parte da Europa, uma vez que há carência de trabalhadores para as funções mais básicas da sociedade, vagas que costumam ser preenchidas por estrangeiros, a presença de imigrantes não diminui o índice de emprego para a população local.
Cada cidadão necessita fazer uma reavaliação profunda de si mesmo e dos seus atuais valores e enfoques e fazer uma revolução, também radical, no seu comportamento em relação a si mesmo e ao outro, acredito que só dessa maneira será possível acabar com o xenofobismo. Quando entendermos que a diversidade e as diferenças são a BELEZA e RIQUEZA maior que possuímos, penso que neste dia estaremos libertos desses inúteis conflitos...

    > Sensibilização da população contra a Xenofobia
    > Integração dos emigrantes nos países para onde emigram
    > Criação de instituições de ajuda aos emigrantes           
    > Manifestações contra comportamentos xenófobos
    > Promoção de mistura de raças e culturas
Três refugiados aparecem algemados com os braços para trás, após serem capturados por um grupo civil de vigilância numa floresta na Bulgária, as imagens causaram indignação de entidades de direitos humanos e da ONU.
Em nota, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) afirmou que “pessoas que queiram apresentar requerimento de asilo devem ter sua entrada no país garantida para que seus pedidos sejam ouvidos e analisados, como manda o procedimento”.
Nos EUA, um relatório publicado pela organização Freedom House aponta aumentos preocupantes da xenofobia nas nações do antigo bloco comunista e diz que “o maior desafio à democracia na Europa é a disseminação de políticas profundamente antiliberais”, que “rejeitam um de seus princípios fundamentais, a igualdade perante a lei”.

Refugiados na Europa


Todos os anos, milhares de migrantes e refugiados tentam chegar à Europa. Os países que mais receberam imigrantes foram a Grécia e a Itália, mas, atualmente, Alemanha continua a ser destino popular para refugiados.
As solicitações de asilo para a Europa multiplicaram.
Dentre os principais grupos de refugiados que chegam atualmente à Europa estão sírios, afegãos, iraquianos, paquistaneses, eritreus, somalianos e nigerianos. Fugindo de guerras, violência, perseguição, pobreza e falta de perspectivas, não hesitam em optar por rotas de alto risco, a pé ou pelo Mediterrâneo, na expectativa de uma vida melhor, na Europa. Desde 2015, mais de 300 mil pessoas tentaram chegar ao continente por meio de travessias perigosas no mediterrâneo, em condições precárias, em barcos pequenos ou botes de madeira.
            Até agora, oficialmente, 3671 refugiados ou imigrantes morreram desde o início do ano no Mediterrâneo.
            Governos de centro em toda a Europa terão que aprender a colaborar de forma mais eficaz na crise dos refugiados para evitar divisões e animosidade.
A união europeia e seus estados membros construíram uma fortaleza cada vez mais impenetrável para manter migrantes irregulares fora.
A fim de “defender” suas fronteiras, a UE financiou sistemas sofisticados de vigilância, forneceu apoio financeiro aos Estados membros em suas fronteiras, como na Bulgária e na Grécia, para fortalecer suas fronteiras, e criou uma agência para coordenar a nível europeu uma equipe de guardas de fronteira.
 Migrantes e refugiados são expulsos ilegalmente da Bulgária, Grécia e Espanha, sem acesso aos procedimentos de asilo e muitas vezes de maneira que os colocam em grave risco. Eles são maltratados por guardas de fronteira e guarda costeira. 
"Os imigrantes, antes de serem números, são pessoas", diz o papa Francisco. Ele levou doze refugiados sírios da ilha de Lesbos ao Vaticano.
Ao menos 500 pessoas estavam a bordo da embarcação que naufragou, por causa do peso, no mediterrâneo no começo da semana. O barco vinha da Líbia com destino a Itália. 41 sobreviventes foram levados para a Grécia.
Um acordo assinado entre união europeia e Turquia serve para expulsar qualquer imigrante que tente se refugiar na Grécia, então eles serão devolvidos ao país vizinho, Turquia.
A Hungria construiu um muro de 175 km ao longo de toda a fronteira com a servia para tentar diminuir o fluxo de pessoas que buscam asilo no norte da Europa.

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Referências:
https://www.publico.pt/portugal/noticia/a-crise-de-refugiados-na-europa-e-uma-crise-de-solidariedade-1717662
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150904_graficos_imigracao_europa_rm
https://anistia.org.br/direitos-humanos/publicacoes/violacoes-de-direitos-humanos-contra-imigrantes-e-refugiados-nas-fronteiras-da-europa/
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/04/1763026-onu-diz-que-naufragio-de-barco-de-migrantes-pode-ter-matado-500.shtml
http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2016/04/16/apos-visita-a-ilha-grega-papa-leva-12-refugiados-sirios-para-o-vaticano.htm

A fuga de cérebros da África


O termo “migração de cérebros” caracteriza o fluxo migratório de profissionais com alta qualificação que deixam o seu país de origem.
O que essas mentes não seriam capazes de fazer em prol do país de origem?
Por que ocorre tal migração?

A fuga de cérebros da África é uma das maiores ameaças ao mais pobre continente da Terra. O êxodo de profissionais com diploma universitário, tão escasso por ali, é estimulado pelos mesmos países ricos que dizem querer ajudar no crescimento africano.
Depois de formados, os especialistas deixam sua terra natal em busca de emprego em países mais desenvolvidos, com isso, as consequências no país que perdeu o profissional são desastrosas por não contribuir com o crescimento tecnológico, científico e informacional, indispensáveis ao desenvolvimento de qualquer país. Por outro lado, podem-se maximizar os benefícios das remessas enviadas pelos emigrantes.
Já os países que recebem esses especialistas, em grande maioria ricos, são beneficiados por garantir sua hegemonia e a concentração de informação e tecnologias em suas mãos. Os Estados Unidos, por exemplo, atraem cérebros, mas não é por falta de bons profissionais em seu território: eles desejam os melhores pesquisadores do mundo para garantir que o país cresça.
A expectativa de conseguir um visto de permanência nos Estados Unidos, por exemplo, estimula os estudantes dos países pobres a investirem em educação, o que ajudaria no crescimento do país.
A fuga só seria benéfica para os países pobres se os países ricos também enviassem profissionais.
            Segundo especialistas, a "fuga de cérebros da medicina" aumenta ainda mais os problemas da saúde pública nos países subdesenvolvidos que lutam contra epidemias, como a do vírus HIV, a da tuberculose e da malária.
A fuga de cérebros do continente africano prejudica a capacidade desses países de se desenvolver. Nigéria, Quênia e Etiópia são considerados os países mais afetados.
            Com a perda desses cérebros, perde-se um grande potencial de inovações, que serão desenvolvidas por seus trabalhadores para outra nação.
O desafio de várias nações atualmente está em manter esses profissionais em seus próprios países, impedindo a tal "fuga de cérebros", danosa não só para o desenvolvimento de nações mais pobres, mas que contribui ainda para aumentar as desigualdades já abismais entre os vários povos do globo. É imprescindível a adoção de políticas que tornem o país "doador de cérebros" um atrativo polo de inovações científicas e tecnológicas.



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REFERÊNCIAS
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u107308.shtml>
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/mundo/fuga-de-cerebros-na-area-de-saude-prejudica-africa-subsaariana-3327780>
Disponível em: <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/migracao-cerebros.htm>
Disponível em: <https://blogdofera.wordpress.com/2007/10/05/a-fuga-de-cerebros/>
Disponível em: <http://www.infoescola.com/trabalho/fuga-de-cerebros/>

Disponível em: <http://opiniaoenoticia.com.br/economia/fuga-de-cerebros-o-que-o-pais-perde-de-fato/>

Uruguai


Dados principais:

Capital: Montevidéu
População: 3,5 milhões de habitantes (estimativa 2014)
Área: 176.215 km²
Densidade Demográfica: 20 hab./km2
Moeda: Peso uruguaio
Nome Oficial: República Oriental do Uruguai
Data Nacional: 25 de agosto (Dia da Independência)
 

História

A época da colonização do Uruguai foi marcada pela constante disputa entre espanhóis e portugueses.
Em 1821, o Uruguai foi ocupado e anexado ao território brasileiro, a partir de uma aliança entre os brasileiros e os portugueses. A região foi chamada de Província Cisplatina.
Em 1825 os brasileiros foram expulsos com a liderança do uruguaio Juan Antonio Lavalleja, ajudado por tropas argentinas. Juan Antonio Lavalleja proclamou a independência uruguaia na mesma ocasião, o que só foi reconhecido por brasileiros e argentinos em 1828, através do tratado de Montevidéu.

Economia

Produtos Agrícolas: cana-de-açúcar, arroz, trigo, cevada, milho, batata, sorgo e outros cereais.
Pecuária: bovinos, caprinos, ovinos e aves.
Mineração: ouro e pedras semipreciosas.
Indústria: alimentícia, vestuário, petroquímica, têxtil, carvão, química, bebidas, veículos e artigos de couro.

População

População com alta natalidade e poucos idosos, principalmente por parte dos homens.
A população uruguaia está concentrada, principalmente, em Montevidéu e suas cidades metropolitanas.

Vegetação, Relevo e Hidrografia.

A vegetação típica do Uruguai é composta essencialmente de prados de ervas elevados, compostos gramínea (mais de 400 espécies).
Seu relevo apresenta planícies na maior parte do território e também existem colinas baixas.
Seu rio principal é o Rio Negro.



Machu Picchu


Machu Picchu, também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, no vale do rio Urubamba no atual Peru. 
Localização
A cidade histórica de Machu Picchu localiza-se na Cordilheira dos Andes.
Encontra-se a 2400 metros de altitude.
Em função de sua localização de difícil acesso, foi apelidada de "a cidade perdida".
Localizada a 110 km da capital, Cusco. 
O que era Machu Picchu?
Era uma cidade do Império Inca, que durou de 1438 a 1533 e ocupava, no auge, uma área do norte do Chile ao sul da Colômbia.
Machu Picchu servia, provavelmente, como uma mistura de centro de astronomia, local de culto e casa de campo do imperador Pachacútec.
O Peru foi o berço da civilização inca, a mais avançada da América pré-colombiana. Ali estão alguns dos mais importantes sítios arqueológicos do mundo, como as fabulosas ruínas da cidade de Machu Picchu, que atraem turistas de todas as partes do planeta
Curiosidades
Foi encontrada  pelo professor e antropólogo norte-americano Hiran Bingham, em 1911.
Foi construída numa região alta, pois os incas acreditavam que assim estariam mais próximos dos deuses.
É formada por um conjunto de construções de pedras em ruínas. São casas, templos, aquedutos, praças e degraus (terraços em que os incas praticavam agricultura). Mostra o grau de desenvolvimento de conhecimentos urbano, arquitetônico e tecnológico da civilização inca.



Os Incas




Sobre

Inca inicialmente era o título dado ao governante do império fundado pelo povo quíchua na região norte onde é hoje o Peru. Os espanhóis traduziram a palavra como ‘‘imperador’’ e, mais tarde, o termo passou a ser usado para se referir ao povo e ao império formado por ele.
Os Incas  viveram  na região da Cordilheira dos Andes. Os atuais povos indígenas do Peru são descendentes dos Incas.
Um mito Inca dizia que os incas tinham origem divina, por isso eram chamados de  ‘‘filhos do sol’’.



Sociedade

O imperador, conhecido como Inca ou Filho do Sol, possuía grande poder e privilégio; seu cargo era hereditário. Abaixo dele estavam os sacerdotes e os chefes militares, todos saídos da nobreza.
Depois vinham os artesãos, responsáveis pela cura das doenças, os soldados, os contabilistas, os projetistas e os funcionários públicos. Esses profissionais viviam em cidades e eram sustentados pelo governo, que armazenava riquezas com os impostos cobrados das comunidades camponesas.



Agricultura e Pastoreio

Hoje se sabe com registros arqueológicos que por volta do ano de 1400, os Incas viviam da agricultura do pastoreio das terras altas (temperadas e frias) da cidade peruana de Cuzco.
Os Incas tinham uma agricultura desenvolvida, utilizavam um sistema de irrigação de escadas, onde plantavam milho, feijão, batata e pastoreavam  lhamas e alpacas.
As lhamas e alpacas era utilizadas como meio de transporte, além de retirar lã, carne e leite. 



O Kipu

O Kipu era um sistema numérico que os Incas inventaram, ele registrava datas e quantidades. Durante a conquista da América os espanhóis queimaram milhares de Kipus, que certamente poderiam ter-nos revelado muito sobre os incas e sua história.




Machu Picchu

A cidade foi erguida nas montanhas, a cerca de 2400 metros de altitude. Escadarias foram cavadas na própria montanha, ligando palácios, templos, casas e guarnições.
Abandonada e esquecida pouco depois da chegada dos espanhóis, Machu Picchu foi redescoberta pelo arqueólogo Hiram Bingham, somente em 1911.

Socialismo



            No mundo, existem dois tipos de sistema político-econômico: o capitalismo e o socialismo. O sistema capitalista vigora desde as Grandes Navegações. No entanto, o capitalismo não estava agradando algumas pessoas. Foi assim que surgiu o socialismo.                                                                                                                     
            Enquanto o capitalismo é voltado ao lucro, o socialismo procura um beneficiamento das duas partes da população, pobre e rica.



            O Socialismo surgiu no final do século XVIII e no inicio do século XIX. Somente no século XX entrou em vigor.
Pode ser caracterizado pela distribuição equilibrada de riquezas e propriedades, diminuindo assim a distância entre ricos e pobres.
Socialismo é uma ideia política e econômica, é a ideia de implantação de um modelo de sociedade mais justa, para extinguir a sociedade de classes.
Foi criado para confrontar o liberalismo e o capitalismo. Propõe a extinção da propriedade privada e divisão desigual da renda.
Os principais seguidores desse pensamento foram Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837), Louis Blanc (1811-1882) e Robert Owen (1771-1858), conhecidos como criadores do socialismo utópico.
Outros pensadores que se enquadram no socialismo científico são os conhecidos Karl Marx e Friedrich Engels.
Nesse sistema todos os bens e propriedades particulares seriam de todas as pessoas, ou seja, tudo seria público.


IPCC


  
            O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas foi criado, em 1988, pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) para estudar o problema das mudanças climáticas.
O objetivo é avaliar a informação científica disponível sobre os efeitos das mudanças climáticas, destacar seus impactos ambientais e socioeconômicos e traçar estratégias para dar respostas adequadas ao fenômeno.
            Reúne 2.500 cientistas de mais de 130 países. O IPCC está aberto a todos os países-membros do PNUMA e da OMM. Cada governo possui um grupo de especialistas para coordenar as atividades relacionadas com o painel no seu respectivo país.
            Foi estudado sobre o efeito estufa que foi a base para as discussões durante a ECO-92, no Rio de Janeiro.
Dispõe de três grupos de trabalho para a elaboração de suas publicações: GT-I avalia os aspectos científicos do sistema climático e do fenômeno das mudanças do clima.
GT-II examina a vulnerabilidade dos sistemas humanos e naturais frente ao impacto das mudanças climáticas, as consequências dessas mudanças e analisa as possibilidades de adaptação a elas.
GT-III, por sua vez, avalia as possibilidades de mitigação das mudanças climáticas e a limitação das emissões de gases de efeito estufa.

            O Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima (IPCC), a cada cinco anos publica um relatório de avaliação de mudança do clima. Isso ajuda na conscientização das pessoas e faz com que elas pensem sobre e depois comecem a agir contribuindo para a preservação da natureza e a não poluição.



Mitologia Greco-romana

Os povos da Grécia Antiga acreditavam em seres como deuses, heróis, ninfas, monstros, titãs... 
A religião politeísta originou-se da união das mitologias dórica e micênica.
Depois a religião foi adquirida pelos romanos, que mudaram apenas os nomes e características dos deuses, heróis e titãs.  
  • Os deuses.
Zeus
Nome romano: Júpiter
É o deus que comanda o Olimpo. Deus dos céus.
Símbolo: Águia, Raio.





Hera
Nome romano: Juno
Rainha do Olimpo, esposa e irmã de Zeus. Deusa da maternidade.
Símbolo: Pavão, vaca.




Poseidon
Nome romano: Netuno
Deus dos mares e terremotos. Irmão de Zeus.
Símbolo: Tridente.



Atena
Nome romano: Minerva
Deusa da sabedoria e estratégia em batalhas. Filha de Zeus.
Símbolo: Coruja, serpente.




Apolo
Nome romano: Febo
Deus da música, poemas, medicina, profecias, arqueiros, pode ser considerado deus do Sol.
Símbolo: Lira, coroa de louros, Sol.




Ártemis
Nome romano: Diana
Deusa da caça e da Lua.
Símbolo: Cervo, Lua.




Afrodite
Nome romano: Vênus
Deusa da beleza e do amor.
Símbolo: Pomba.




Hefesto
Nome romano: Vulcano
Deus do fogo. Ferreiro dos deuses.
Símbolo: Martelo





Ares
Nome romano: Marte
Deus da guerra.
Símbolo: Lança, javali.


Hermes
Nome romano: Mercúrio 
Deus mensageiro, dos viajantes, dos ladrões.
Símbolo: Caduceu.




Deméter
Nome romano: Ceres
Deusa da agricultura.
Símbolo: Trigo, Foice.



Dioniso
Nome romano: Baco
Deus do vinho e da loucura.
Símbolo: Leopardo, vinho, uvas.




Héstia
Nome romano:Vesta
Deusa do lar, lareira, protetora da Chama Sagrada. 
Símbolo: Lareira



Hades
Nome romano: Plutão
Deus do Mundo Inferior. Irmão de Zeus.
Símbolo: Elmo das Trevas, Garfo de Hades.



Perséfone
Nome romano: Prosérpina
Deusa da Primavera. Esposa de Hades.
Símbolo: Romã, Borboleta.




Íris 
Nome romano: Arcus
Deusa do arco-íris e mensageira das deusas.
Símbolo: Arco-íris.



Hécate
Nome romano: Hécate
Deusa da magia, dos fantasmas, das estrelas e das encruzilhadas.
Símbolo: Tocha e adaga.




  • E é claro que existiam muitos outros deuses, mas esses são os principais.



MITOS


·         Os mitos são narrativas que possuem forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os acontecimentos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo.
Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo.







Fases do Capitalismo

            O Capitalismo pode ser caracterizado por ter um foco na arrecadação de lucros e capitais (dinheiro).
            Capitalismo é o sistema econômico e social em que os meios de produção (terras, fábricas, máquinas, edifícios, entre outros) e o capital são propriedade de um dono.

Capitalismo Comercial:
Ocorreu no século XV e XVI durante as Grandes Navegações. Atividade de comércio através do escambo de produtos como as especiarias, pedras preciosas, seda e madeira. Ocorreu na Europa, Ásia e Oceano Atlântico. As inovações foram a caravela, o astrolábio e a bússola. Consequências: colonialismo.

Capitalismo Industrial:
Ocorreu no século XVIII e XIX com a atividade de industrialização e produção de energia. Produtos como os tecidos e produtos industrializados. Ocorreu na Europa, Inglaterra, França e Alemanha. As inovações foram a máquina à vapor, o tear mecânico, o motor e o trem. Consequências: poluição.

Capitalismo Financeiro ou Monopolista:

Ocorreu no século XIX e XX durante a Segunda Revolução Industrial tendo atividades bancárias e bolsa de valores. Produtos como os derivados do petróleo e ações. Ocorreu na Europa e nos Estados Unidos com as inovações como o motor à combustão, sociedades anônimas e a comunicação. As consequências foram as guerras.

Atual fase do Capitalismo:
Começou no século XX, em 1945, e vem até os dias de hoje com as atividades econômicas e globalização. Com os produtos eletrônicos, microeletrônicos, e produtos de organização global econômica. Vem ocorrendo por todo o mundo com as inovações da telecomunicação e transporte. As consequências são a dolarização da economia baseada no ouro e integração da economia mundial.





Povos Indígenas no Brasil

Introdução

            Antes dos portugueses chegarem até a América, os diversos povos indígenas habitavam a região, havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente, e habitam boa parte até hoje.
Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados e cada pessoa tinha seu papel na sociedade.
 Os primeiros contatos entre portugueses e indígenas foram de estranheza e de certa admiração e respeito.
Quando os portugueses descobriram a região queriam dominar a região mas os índios estavam ocupando o lugar por isso os escravizaram.
Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.
            Atualmente os índios recebem mais respeito e são protegidos pelo governo, muitos deles vivem nas cidades em busca de boas condições de vida e soa tratados como todo ser humano.
            Este trabalho apresenta muitas características sobre os povos indígenas.
           

Desenvolvimento
Capítulo 1 – Indígenas no Brasil

Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Chegava a, aproximadamente, cinco milhões de nativos. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com a língua que falavam.
            No momento da Descoberta do Brasil, os povos nativos eram compostos por tribos que sobreviviam da caça, pesca, coleta e da agricultura, desenvolvendo culturas diferentes. Muitas vezes, diferentes tribos mantinham contato entre si em busca da manutenção de alguns laços culturais ou em razão da proximidade da língua falada.
Alguns povos, como os Tupi-Guaranis viviam na região do litoral, outros, os Macro-Jê ou Tapuias, por exemplo, na região do Planalto Central, povos Aruaques e Caraíbas viviam na Amazônia.
            As tarefas do dia a dia eram diferentes para os homens e as mulheres e de acordo com a idade de cada pessoa.
As mulheres tinham a obrigação de desenvolver as atividades agrícolas, fabricar peças artesanais, processar os alimentos e cuidar dos menores.
Já os homens ficam encarregados do trabalho mais pesado: deveriam cuidar das terras e as atividades de caça e pesca.
Os pequenos índios, conhecidos como curumins, aprendem o que irão fazer no futuro desde pequenos e de forma prática. Costumam observar o que os adultos fazem e vão treinando desde cedo. Quando o pai vai caçar, costuma levar o indiozinho junto para que este aprender.Quando atingem 13 ou 14 anos, o jovem passa por um teste e uma cerimônia para ingressar na vida adulta.
Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados.
Como, muitas vezes, não sabiam explicar a existência de certas coisas, eles inventaram lendas tentando explicar como ocorram esses fenômenos.
Porém, todas as tribos acreditavam na existência dos espíritos, na reencarnação dos seus antepassados e que os fenômenos naturais eram divindades. Para estes deuses e espíritos, faziam rituais, cerimônias e festas.
Duas pessoas importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique.
O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses. Ele também é o curandeiro, pois conhece todos os chás e ervas para curar doenças. Ele que faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses da floresta e dos ancestrais para ajudar na cura. O cacique, também importante na vida tribal, faz o papel de chefe, pois organiza e orienta os índios. 
O pajé era o responsável por transmitir estes conhecimentos aos habitantes da tribo. Algumas tribos chegavam a enterrar o corpo dos índios em grandes vasos de cerâmica, onde além do cadáver ficavam os objetos pessoais. Isto mostra que estas tribos acreditavam numa vida após a morte.
Algumas tribos eram canibais como, por exemplo, os tupinambás.O canibalismo era praticado, pois acreditavam que ao comerem carne humana do inimigo estariam incorporando a sabedoria, valentia e conhecimentos. Desta forma, não se alimentavam da carne de pessoas fracas ou covardes. A prática do canibalismo era feira em rituais simbólicos.

Capítulo 2 - Indígenas na época da chegada dos portugueses
           
            Os povos Tupis se encontravam na parte litorânea brasileira, estes foram os primeiros índios a terem contato com os portugueses que chegaram á América.
            Os primeiros contatos entre portugueses e indígenas foram de estranheza e de certa admiração e respeito.
            Os portugueses trocaram sinais, presentes e informações com os índios.
Quando os portugueses começam a explorar o pau-brasil das matas, começam a escravizar muitos indígenas ou a utilizar o escambo.
Os portugueses passaram a dar espelhos, apitos, colares e chocalhos para os indígenas em troca de seu trabalho.
O ato de escravizar os índios foi muito prejudicial. Interessados nas terras, os portugueses usaram a violência contra os índios.
Esse comportamento violento seguiu-se por séculos, resultando em pequenos números de índios que temos hoje.
            Entre os indígenas não há classes sociais como a do homem branco por isso os portugueses achavam-se superiores aos indígenas e, portanto, deveriam dominá-los e colocá-los ao seu serviço.
A cultura indígena era considera pelo europeu como sendo inferior e grosseira.
Dentro desta visão, acreditavam que sua função era convertê-los ao cristianismo e fazer os índios seguirem a cultura europeia.
Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.

Capítulo 3 – Povos indígenas hoje

            Em pleno século XXI a grande maioria dos brasileiros ignora a imensa diversidade de povos indígenas que vivem no país.                                                                 Estima-se que, na época da chegada dos europeus, fossem mais de 1.000 povos, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas. Atualmente encontramos no território brasileiro 241 povos, que falam de mais de 150 línguas diferentes.                                                           Os povos indígenas somam, segundo o Censo do IBGE em 2010, 896.917 pessoas. Destes, 324.834 índios vivem em cidades e 572.083 em áreas rurais, o que corresponde aproximadamente a 0,47% da população total do país.                                            A maior parte dessa população distribui-se por milhares de aldeias, situadas no interior de 693 Terras Indígenas, de norte a sul do território nacional.                                      Os índios são chamados assim, pois essa palavra é fruto do equívoco histórico dos primeiros colonizadores que, tendo chegado às Américas, julgaram estar na Índia.  Como há certas semelhanças que unem os índios da América do Norte, América Central e América do Sul, há quem prefira chamá-los, todos, de ameríndios. Os índios ou ameríndios são, então, os povos indígenas das Américas.                                                        O Brasil conta com cerca de 104.508.334 hectares, o equivalente á 1 milhão e 45 mil km² de terras indígenas. Isso representa 12,24% da extensão do território brasileiro (quase duas vezes o território espanhol, que é de 504.800 km²).                                                O Projeto Integrado de Proteção às Populações e Terras Indígenas da Amazônia Legal (PPTAL), implementado pela FUNAI, é fruto da parceria entre o Governo brasileiro, o governo alemão e agências internacionais de apoio técnico e financeiro, tais como o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Banco Mundial. Seu objetivo é melhorar a qualidade de vida das populações indígenas e promover a conservação dos recursos naturais através da garantia da demarcação de 160 terras indígenas da Amazônia Legal, abrangendo um total de 45 milhões de hectares.                                                                                                                                                       Os povos indígenas brasileiros deram contribuições significativas para a sociedade mundial, como a domesticação da mandioca e o aproveitamento de várias plantas nativas, como o milho, a batata-doce, a pimenta, o caju, o abacaxi, o amendoim, o mamão, a abóbora e o feijão.                                                                                              Além disso, difundiram o uso da rede de dormir e a prática da peteca e do banho diário, costume desconhecido pelos europeus do século XVI.                                                        Para a língua portuguesa deram origem á uma multidão de nomes de lugares, pessoas, plantas e animais (cerca de 20 mil palavras), e muitas de suas lendas foram incorporadas ao folclore brasileiro, tornando-se conhecidas em todo o país.



           
           
Considerações Finais

            Podemos concluir que os povos indígenas são bem diversificados e cada tribo tem suas crenças, costumes e rituais religiosos diferenciados.
            Eles foram os primeiros habitantes do país e foram dominados por portugueses que buscavam dominar a região onde hoje é o Brasil.
            Os índios são chamados assim, pois os portugueses julgaram ter chegado na Índia, mas haviam chegado às Américas.
            Hoje em dia o governo protege as regiões habitadas por índios e procura deixar suas vidas melhor.
            Conclui que varias palavras da língua portuguesa tiveram origem indígena e por isso os indígenas são muito importantes para a formação do Brasil que temos hoje.


Desafio dos jardins RESPOSTAS

Nome do amigo Cultivo 1 Cultivo 2 Cultivo 3 Cultivo 4  Zick  maçã  cereja castanha p...